A NR-1 mudou: o que isso significa para a gestão de riscos e para o EPI

A atualização da NR-1 trouxe os fatores de risco psicossociais para dentro da gestão de 

segurança. Estresse, assédio e sobrecarga passaram a ser tratados com o mesmo rigor dos 

riscos físicos, químicos e biológicos. E desde 26 de maio de 2026, essa exigência deixou de 

ser apenas orientativa: a fiscalização passou a ter caráter punitivo, com possibilidade de 

autuação para quem não contemplar esses fatores no PGR. 

Mas a mudança vai além da saúde mental. Ela reforça uma lógica que estrutura toda a 

segurança do trabalho: a de que cada risco precisa ser identificado, avaliado e controlado. E é 

aí que o EPI entra. 

Do GRO ao inventário de riscos 

O Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa de Gerenciamento de Riscos 

(PGR) são a base da gestão preventiva. O inventário de riscos é onde cada perigo do ambiente 

é mapeado, avaliado e acompanhado. 

Quanto mais preciso esse inventário, mais precisa fica a definição das medidas de prevenção. 

E entre essas medidas está o EPI, escolhido a partir do risco real de cada função. 

Cada risco, uma proteção 

Óculos de proteção de sobrepor abafador THOR e capacete Polymer representando EPIs por tipo de risco ocupacional

É aqui que a gestão de riscos encontra a especificação de EPI. Um inventário bem construído 

não aponta só o que protege a operação, mas qual proteção cada trabalhador precisa. 

Ruído pede proteção auditiva adequada ao nível de exposição. Exposição solar pede proteção 

para cabeça e olhos. Partículas pedem proteção facial e ocular. O EPI certo é consequência de 

um risco bem caracterizado, não de uma escolha genérica. 

A prevenção é um processo contínuo 

A NR-1 reforça que segurança do trabalho é um processo contínuo, e que a prevenção começa 

muito antes do EPI. Eliminar o risco na fonte, adotar medidas coletivas e organizacionais, tudo 

isso vem primeiro. Mas quando o risco chega até o trabalhador, é o EPI certo, bem 

especificado, que faz a diferença. 

Entender a NR-1 por inteiro é enxergar essa cadeia completa: do mapeamento do risco até a 

proteção que chega na ponta. A Polymer fabrica EPI para quem entende o que está 

especificando. 

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